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All posts for the month Dezembro, 2009

Livros para todos… Requisita o teu!

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

A BE/CRE adquiriu novo fundo documental. Há livros para todos. Aqui, no nosso blog, vamos apresentando algumas sugestões. Esperamos pelos teus comentários.

“Diário de um Banana” faz um retrato bem-humorado da adolescência.

Numa mistura entre texto e desenhos, fugindo do padrão convencional da literatura e dos quadrinhos, a obra narra os conflitos, angústias, desejos e atitudes de Greg Heffley, um herói às avessas, vivendo o turbulento período da adolescência e a dificuldade de convivência com os colegas.

A principal inovação do livro está apresentação escolhida. O trabalho é efectivamente um diário, cujo design  lembra o texto manuscrito. Para completar, há uma série de desenhos divertidos e, que ora completam, ora incrementam a narrativa.

Ao contrário dos heróis de banda desenhada que apresentam um comportamento padrão, a personalidade do ícone da história é diferente. Greg, 12 anos, é revoltado, busca, de todas as formas, alcançar a fama na escola e o sucesso com as mulheres sem preocupações “éticas”. Afinal de contas, ele não passa de um adolescente comum.

Obstinado na escola e com uma conturbada relação com a família, Greg adora provocar o irmão mais velho – ou repetir suas inconveniências – e transformar suas atitudes em actos heróicos para Manny, o irmão mais novo. Por essa razão, a construção do conceito de família é bastante deficitária.

MAIS LIVROS… Pai, Mãe, Avô, Avó na nossa Biblioteca há livros para todos. Basta que leves o teu Bilhete de Identidade  para poderes viajar sem sair do lugar.

Visita-nos! Leva-nos a passear contigo.

 

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Festa de Natal na BE/CRE – Escrever Contigo

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

No dia 11 de Dezembro realizou-se na BE/CRE da EB 2/3 a Festa de Natal na qual foram declamados poemas, lidos contos de Natal, cantados alguns clássicos de NATAL acompanhados à viola por um encarregado de educação deste agrupamento e escritas mensagens de Natal pelos alunos e encarregados de educação presentes.

No final foi proporcionado, a todos os presentes, um momento de degustação com algumas iguarias natalícias.

Aqui vos deixo alguns registos fotográficos:

HOJE HÁ… FANTOCHES

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

A professora Diana Felizardo apresentou nas escolas EB1 de Torregim e de Vale de Ferreiros duas pequenas peças de teatro de fantoches: “Pirolito e o Pai Natal” e  “Sebastião e o Monstro”.

Aqui fica o registo fotográfico de alguns momentos:

Escrita Criativa “Da Janela para a Rua”

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

Texto 1 – Ana Teresa  8ºC  Nº3

 Era domingo, estava a chover. Enquanto eu olhava da janela, um café estava a fechar. Era pequeno e tinha uma esplanada com duas cadeiras azuis com riscas amarelas, em frente ao café passava a minha melhor amiga.

            No ar pairava um clima um pouco enevoado, com o rodopiar do vento, uma garrava vazia dançava.

            O azul do céu de Verão tinha-se então transformado em nuvens feias e cinzentas, carregadas de água. Na rua passavam muitas pessoas já vestidas com gabardinas e com o pescoço enrolado no cachecol. Havia um homem em especial que gritava com uma voz de poeta: “Olha a castanha assadinha! É boa e quentinha!”.

            Mais além, eu avistava um bando de andorinhas que viajava no sentido da África do Sul, o barulho dos carros assustava os cães que estavam abandonados e todos sujos, com ar de quem não tomava banho há pelo menos duas semanas.

            No horizonte havia vales muito apinhados, lá no ar, por entre as nuvens, passava um avião da TAP, branco com letras vermelhas e verdes.

            Por fim, fechei a janela e começou a chover. Os relâmpagos que caíram do céu apagaram por completo as luzes da cidade e, como naquele momento a luz que me iluminava eram os meus olhos grandes e castanhos, adormeci.

Texto 2 – Mafalda Sousa  8ªC  Nº17

            Num entardecer de Outono, o sol ainda brilhava, mas o céu tinha já algumas nuvens.

            Olhei pela janela e vi árvores altas, o barulho do motor dos carros a trabalhar, pessoas agasalhadas. Uma pessoa muito especial percorria as ruas olhando para mim. O chão estava coberto de folhas laranjas, avermelhadas e castanhas. Viam-se crianças a olhar as folhas caindo das árvores mais altas, via-se no horizonte uma montanha alta e, por cima, o sol a brilhar.

            Ao longe, uma luz inquieta parecia não acabar. Na rua via-se um desvio, cheio de máquinas a trabalhar e um ruído infernal. Uma voz de poeta lia em voz alta para quem o quisesse ouvir. Com aquela expressividade, só apetecia chorar e acabar cheio de lágrimas no rosto.

            Aproximava-se um vazio enorme que me invadiu o coração, como se aquela pessoa especial tivesse desaparecido para sempre da minha vida. Mas tudo isto não passou de uma mera ilusão, foi só um sonho que me magoou imenso pela sua eternidade.

            Agora, finalmente, sinto-me feliz, aliviada e sem medos de enfrentar uma vida difícil.

            Sei que a vida às vezes nos prega partidas que não conseguimos ultrapassar, feridas que não fecham e ficam marcadas para o resto da vida e para além da morte.

            A vida é feita de momentos e os momentos têm que ser vividos uns de cada vez e alguns recordam-se com a maior felicidade que já senti!!

 Texto 3 – Ricardo Gonçalves  8ºC  Nº24

             Numa tarde de Outono, olhei pela janela e vi que chovia muito, o céu radiava, raios de sol mas iam desaparecendo à medida que o dia acabava.

            Nesse final de tarde, decidi pintar, olhei outra vez pela janela e vi uma senhora triste com casaco verde e calças de ganga olhando para um lado e para o outro para ir para o seu carro, um Nissan azul como uma tarde de Verão. Avistei também uma luz inquieta no meio do beco, parecia um sinal para tentar contactar alguém que reluzia como um sol. Um senhor de estrutura baixa andava de um lado para o outro parecendo uma sombra inquieta, um homem sentado num banco no primeiro andar emitia seus poemas com uma voz de poeta. Vi uma montanha lá longe coberta de neve bem branquinha. Tinha parado de chover, abri a janela, caiu uma gota de água em cima do meu pescoço, um arrepio percorreu o meu corpo, uma brisa fria invadiu-me.

            Desenhei aquilo que vi no quadro, pintei-o de verde nas margens e cores coloridas nas imagens. Também coloquei uma moldura de madeira castanha com desenhos do séc. XI. Pendurei-o no meu quarto numa parede azul com riscas laranjas e juntei-o com mais quadros que pinto com o desejo de me tornar um grande pintor e mostrar os meus quadros ao mundo.

A Casa das Bengalas – Painel do Mês de Dezembro

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

Autor: António Mota
Título: A Casa das Bengalas
Editora: Gailivro

Um avô que fica sozinho na aldeia. A cidade não o seduz, apesar de aí residir a escassa família que possui. O recurso a um lar de idosos para afastar a solidão daquele avô que precisa que alguém cuidasse dele. As visitas da família são frequentes mas rápidas, pois os visitantes “desta casa têm sempre muita pressa”. Mas há o neto que não se esquece do que o avô lhe ensinou e está sempre pronto a satisfazer-lhe todos os caprichos.

Os alunos do 6ºC , com a preciosa colaboração dos Professores Luís Pereira (LP) e António Costa (EVT), elaboraram este magnífico painel sobre o livro “A Casa das Bengalas” de  António Mota. Aguardamos com muita expectativa um eventual comentário do autor, o qual já visitou a nossa escola algumas vezes.

 

Exposição de Presépios na Be/Cre Vale de Ferreiros

Published 27 Dezembro , 2009 by leravaler

História do Presépio 

O presépio é um dos grandes símbolos religiosos, que retrata o Natal e o nascimento de Jesus. Há quem refira que o presépio provém do século terceiro, em que eram feitas peregrinações à gruta onde Jesus nasceu.A data de 1223 seria o início desta tradição.São Francisco de Assis é considerado o autor do presépio, pois nesse ano, festejou o Natal na floresta de Greccio, levando consigo animais como, bois, vacas, burros, de forma a retratar o que tinha acontecido nessa noite.No século XVI surge o primeiro presépio particular na propriedade da Duquesa de Amalfi. A partir do século XVIII, a tradição insere-se em toda a Península Ibérica alastrando-se por toda a Europa. Actualmente é um costume de inúmeras culturas, que marca o Natal.